Prévia: Damon and Baby – um pouco cru, porém com potencial

Por Jean Kei

Damon and Baby é um jogo de aventura com twin stick shooter da Arc System Works, conhecida por jogos de luta. O jogo foi encabeçado por Daisuke Ishiwatari, o diretor geral de Guilty Gear.

Tive a oportunidade de jogar o jogo antecipadamente para fazer uma prévia e minhas primeiras 8 horas nesse jogo se provaram uma experiência bem curiosa.

O jogo conta a história de Damon, um rei demônio que, após uma invocação caótica que gerou um pacto não concluído, se vê conectado a uma criança misteriosa e sem seus poderes. Nessa situação, Damon se vê forçado a uma jornada em busca de quebrar sua maldição e poder se separar da criança, enquanto diversos demônios a perseguem, pois a criança misteriosa tem algo de divino nela.

Tal qual Guilty Gear, a história é meio loucura e te jogam vários termos e conceitos ao longo do jogo. O que me pegou particularmente na narrativa, é que é um jogo com um humor besta, mas que funcionou bem para mim.

*As imagens do jogo são de um título em desenvolvimento.

Mas como é jogar o jogo?

Primeiramente, preciso tirar da frente que a versão que joguei não é a final e não representa totalmente o que será o jogo final. Falar isso é importante porque senti que o jogo estava meio “cru”. Não sou muito fã dos menus, sinto que a hitbox de alguns inimigos é um tanto estranha, tive alguns pequenos bugs no caminho e um feedback no impacto dos golpes e tiros poderia ser melhor. Chegando na segunda grande área do jogo, eu já comecei a ficar confuso com a quantidade de inimigos e coisas acontecendo, em momentos específicos beirava a um bullet hell.

O visual do jogo é super simples, mas um tanto simpático, e me dei conta de que o estilo desse jogo é bem um “E se a gente fizesse um jogo com os bonecos dos lobbys de Blazblue e Guilty Gear?” Inclusive, esse jogo tem aparições de personagens dessas séries.

*As imagens do jogo são de um título em desenvolvimento.

Apesar de tudo, tem bastante potencial

O jogo me parece ser bem longuinho, considerando que para chegar no ponto final permitido falar na prévia me levou 8 horas. No começo, não estava gostando muito do jogo, mas conforme fui ganhando upgrades, ele foi se abrindo para mim.

Ele teve momentos de plataforma bem legais e upgrades numa constância legal, fazendo com que você se sinta progredindo constantemente.

Nas primeiras horas do jogo, eu me senti a Chiquinha defendendo o seu Madruga, apontando trocentos defeitos, mas legitimamente tem algo especial nesse jogo.

Uma demo do jogo estará disponível no dia 20 de fevereiro e ele tem data prevista de lançamento em 25 de março.

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